Mineração
Análises de biodiversidade para estudos ambientais, monitoramento e ações de conservação.
O DNA ambiental conecta amostras do ambiente à investigação dos organismos. A MetaGen apoia a definição da abordagem molecular e a interpretação dos resultados no contexto do estudo.

Organismos liberam material genético no ambiente. A análise desse DNA permite investigar evidências de sua ocorrência sem depender de observar ou capturar diretamente cada organismo.
DNA ambiental é o material investigado. Metabarcoding é uma das abordagens de análise: utiliza regiões do DNA para estudar misturas de organismos. Os dois termos se conectam, mas não são sinônimos.
Entenda o percurso da análise ↗Água, solo e sedimentos podem conter DNA ambiental. A viabilidade de cada combinação de matriz, protocolo e grupo de interesse precisa ser avaliada antes da coleta.

A lista descreve possibilidades de estudo. Não representa garantia de detecção nem resultados de projetos da MetaGen.
Definir objetivo, escala, matrizes, grupos de interesse e estratégia de amostragem.
Planejar procedimentos, registros e controles para reduzir o risco de contaminação e perda de DNA.
Avaliar os marcadores e procedimentos adequados ao material e à pergunta.
Processar as sequências e interpretar as atribuições taxonômicas com seus limites e o contexto amostral.
Análises de biodiversidade para estudos ambientais, monitoramento e ações de conservação.
Ferramentas moleculares integradas ao planejamento e à execução dos seus estudos.
Informações para estudos e programas ambientais em diferentes etapas do projeto.
Genética aplicada à conservação, restauração e ao acompanhamento da biodiversidade.
Da pergunta científica à análise molecular e bioinformática dos resultados.
O uso em cada contexto depende da adequação do método à pergunta e às exigências do projeto.
O eDNA deve ser interpretado junto ao desenho amostral e às demais evidências do estudo.
A conversa técnica conecta o objetivo do estudo às possibilidades da análise molecular.
Alinhamos o contexto, os organismos de interesse, a amostragem prevista e as necessidades de interpretação. A proposta define as etapas, responsabilidades e entregas; a escolha do método não vem antes dessa discussão.
Não como regra. Métodos moleculares e levantamentos convencionais fornecem informações diferentes e podem ser complementares. A escolha depende da pergunta, do ambiente e dos requisitos do estudo.
Não. O DNA pode não ter sido coletado, preservado ou detectado nas condições do estudo. A interpretação precisa considerar o esforço amostral e a sensibilidade da abordagem.
O número de sequências não é uma contagem direta de indivíduos. Inferências sobre abundância exigem desenho, calibração e validação específicos; não são uma consequência automática do metabarcoding.
Antes do envio, converse com a MetaGen sobre a matriz, a coleta, a preservação e o histórico de armazenamento. Esses fatores orientam a avaliação de viabilidade; não é possível garantir o aproveitamento sem essa análise.
O alcance depende da amostra, dos marcadores e das referências disponíveis. Nem toda sequência permite chegar ao nível de espécie. Os grupos de interesse e o nível de resolução esperado devem ser discutidos no escopo.
Conte o contexto do projeto, o ambiente e a pergunta que precisa responder. A conversa inicial ajuda a definir a abordagem e o escopo.