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declínio médio do tamanho das populações de vertebrados monitoradas no mundo entre 1970 e 2020
WWF/ZSL — Living Planet Report 2024 / Living Planet Index 2024. Fonte externa ↗
Somos uma empresa brasileira especializada em genômica ambiental para a biodiversidade. Conectamos perguntas de estudos ambientais e de pesquisa às possibilidades da análise molecular.

A biodiversidade está em declínio e as decisões sobre ela continuam sendo tomadas com dados escassos, defasados ou impossíveis de auditar.
A MetaGen foi criada para gerar dados e informações de qualidade sobre a biodiversidade brasileira, com métodos rastreáveis e resultados que resistem a questionamento técnico, para que empresas, consultorias, órgãos ambientais e pesquisadores decidam com base em evidência.
Há uma perda mensurável de biodiversidade. Decisões sobre ela precisam de dados robustos e contextualizados.
declínio médio do tamanho das populações de vertebrados monitoradas no mundo entre 1970 e 2020
WWF/ZSL — Living Planet Report 2024 / Living Planet Index 2024. Fonte externa ↗
declínio médio do tamanho das populações monitoradas na América Latina e Caribe entre 1970 e 2020
declínio médio das populações monitoradas de água doce entre 1970 e 2020
táxons da fauna brasileira — espécies ou subespécies — na Lista Nacional Oficial das Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção
Os três percentuais expressam variações médias do tamanho de populações monitoradas, não a proporção de espécies extintas. Os 790 registros referem-se ao Anexo I; a lista separada de espécies extintas do Anexo II não integra esse número.
Rastreabilidade da amostra do campo ao laboratório.
Controles negativos e critérios explícitos para avaliar contaminação.
Bases de referência curadas e avaliadas de acordo com os grupos investigados.
Métodos, critérios e limitações descritos de forma transparente em cada análise.
Um dado que não pode ser auditado não sustenta uma decisão.
A genômica ambiental para a biodiversidade está no centro da nossa atuação: DNA ambiental (eDNA) e metabarcoding, qPCR, DNA barcoding, genética e genômica de populações e bioinformática.
O trabalho reúne diferentes perspectivas: a análise genética precisa dialogar com os organismos, os ambientes e a pergunta que será respondida.
Define o que a molécula pode e não pode responder: escolha de marcadores, delineamento das análises, leitura dos resultados à luz da variação genética e dos limites de detecção. É a genética que estabelece até onde uma sequência sustenta uma conclusão.
Avalia se um nome atribuído por sequência corresponde a um organismo biologicamente plausível para a região: considera a fauna esperada, as lacunas das bases de referência e os grupos que exigem confirmação taxonômica. Evita que uma correspondência no banco de dados seja interpretada sem contexto biológico.
Situa cada resultado no ambiente e no desenho amostral: sazonalidade, hidrologia, conectividade e esforço de coleta. Uma espécie não detectada em uma campanha pode refletir ausência real ou limitações relacionadas ao momento e ao desenho da amostragem; a interpretação ecológica ajuda a distinguir essas possibilidades.
Transforma grandes volumes de sequências em resultados rastreáveis: filtragem, curadoria de sequências, controle de contaminantes e atribuição taxonômica com critérios explícitos. O registro das etapas e dos parâmetros permite auditar e reproduzir o processamento.
Nenhuma dessas leituras basta sozinha. Um resultado da MetaGen passa pelas quatro: a genética define o que a sequência sustenta, a zoologia avalia se a identificação faz sentido biologicamente, a ecologia situa o resultado no ambiente e no desenho amostral, e a bioinformática torna o processamento rastreável e verificável. É essa integração que dá robustez à interpretação.
Conheça nossas soluções ↗A geração de informações sobre biodiversidade pode apoiar diferentes objetivos da Agenda 2030. O trabalho da MetaGen se relaciona especialmente a objetivos ligados à conservação dos ecossistemas, ao monitoramento da biodiversidade e ao desenvolvimento científico e tecnológico.
Monitoramento de ecossistemas aquáticos e geração de informações sobre a biodiversidade de rios, reservatórios e outros ambientes relacionados à água.
Informações moleculares para estudos, monitoramento e conservação da biodiversidade e dos ecossistemas terrestres.
Aplicações voltadas ao conhecimento e monitoramento da biodiversidade em ambientes marinhos e costeiros.
Aplicação de ferramentas moleculares, genômica e bioinformática para ampliar a capacidade de geração e interpretação de dados sobre biodiversidade.
A equipe da MetaGen reúne experiência em genética, zoologia, ecologia, bioinformática, trabalho de campo e rotina laboratorial.

CEO
Bióloga pela PUC Minas, mestre em Biologia de Vertebrados pela PUC Minas e doutora em Genética pela UFMG. Atua em Ecologia Molecular e genética aplicada à conservação, com experiência em DNA ambiental, metabarcoding e sequenciamento de nova geração para estudos de biodiversidade. Realizou pós-doutorado no ICMBio e no Instituto Tecnológico Vale – Desenvolvimento Sustentável (ITV-DS), com pesquisas moleculares aplicadas à conservação da biodiversidade. Atualmente, é pesquisadora colaboradora na Fundação Biominas. É fundadora da MetaGen Soluções Moleculares.

COO
Biólogo pela Fundação Universidade de Itaúna, mestre em Biologia de Vertebrados pela PUC Minas e doutor em Genética pela UFMG. Possui experiência em genética da conservação, genética de populações, taxonomia molecular, invasões biológicas e DNA metabarcoding. Durante o doutorado, desenvolveu pesquisas com metabarcoding de ovos e larvas de peixes, voltadas à identificação do ictioplâncton e ao estudo da dinâmica reprodutiva da ictiofauna. É cofundador e sócio-administrador da MetaGen Soluções Moleculares.

Diretor de Logística
Biólogo e mestre em Zoologia de Vertebrados pela PUC Minas. Durante o mestrado, desenvolveu pesquisa em genética aplicada à conservação do jacaré-do-papo-amarelo, com abordagem filogeográfica e foco em suas implicações para a conservação da espécie. Atua desde 2010 em consultoria ambiental, com experiência em estudos de fauna e foco em herpetofauna. Na MetaGen, integra sua experiência em biodiversidade e trabalho de campo ao planejamento e à logística dos projetos.

Técnico de laboratório
Biólogo pela PUC Minas e mestre em Biodiversidade e Meio Ambiente pela PUC Minas. Desenvolveu pesquisas com DNA ambiental e metabarcoding aplicados ao monitoramento da biodiversidade de peixes, incluindo o desenvolvimento de marcadores e bases de referência para análises moleculares. Possui experiência em rotina laboratorial, diagnóstico molecular, extração de DNA e RNA e controle de qualidade de amostras biológicas. Na MetaGen, atua como técnico de laboratório.

Estagiária
Bióloga pela PUC Minas e mestranda em Biodiversidade e Meio Ambiente pela mesma instituição. Desenvolve pesquisa com DNA ambiental voltada ao monitoramento da biodiversidade, com foco na eficiência de filtros para recuperação de eDNA, e possui experiência em biologia molecular, diagnóstico molecular e rotina laboratorial. Também participou de pesquisas na UFMG, FUNED, Fiocruz Minas e em projetos de monitoramento da ictiofauna do Rio Doce por eDNA. Na MetaGen, atua como estagiária.

Conselheira Consultiva
Bióloga pela PUC Minas, mestre em Zoologia de Vertebrados pela PUC Minas e doutora em Environment and Life Sciences pela Universidade de Salford, no Reino Unido. Realizou pós-doutorado na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e atualmente é professora na Universidade de Salford, onde coordena o Laboratório de Genômica Ambiental. Desenvolve pesquisas em ecologia molecular, DNA ambiental, metabarcoding, metagenômica e sequenciamento de nova geração aplicados ao estudo e à conservação da biodiversidade. Na MetaGen, integra o Conselho Consultivo.
Da amostra ao resultado, as decisões de laboratório precisam permanecer conectadas ao desenho do estudo.
O escopo define os procedimentos e as entregas. A interpretação considera a qualidade do material recebido, a abordagem escolhida e os limites da informação produzida.


Fotografias reais do acervo MetaGen.
Conte o contexto do projeto, o ambiente e a pergunta que precisa responder. A conversa inicial ajuda a definir a abordagem e o escopo.