Da hipótese ao desenho analítico.
Colaboração técnica e científica com pesquisadores, universidades e instituições para conectar material biológico, abordagem molecular e interpretação dos resultados.

O que os dados precisam permitir concluir?
A hipótese do estudo orienta quais amostras são necessárias, qual resolução é relevante e como os resultados serão analisados. A disponibilidade de material não determina, sozinha, a abordagem adequada.
A discussão inicial deve explicitar as comparações pretendidas e as limitações conhecidas. Isso ajuda a avaliar a relação entre desenho, recursos e alcance das conclusões.
A escolha do marcador acompanha a pergunta.
Identificação de amostras individuais, investigação de misturas e comparação entre populações exigem decisões diferentes. Abrangência taxonômica, qualidade do material e bases de referência participam da escolha.
O planejamento do processamento laboratorial considera preservação, controles e replicação conforme a abordagem. A adequação deve ser avaliada antes de assumir a viabilidade de uma análise.
Um percurso coerente entre hipótese e análise.
DNA barcoding pode apoiar a identificação de material biológico; metabarcoding, a investigação de conjuntos de organismos; genética e genômica de populações, perguntas sobre diversidade e diferenciação.
A bioinformática integra processamento, controle de qualidade e interpretação. Critérios de filtragem, referências e atribuição taxonômica precisam ser documentados para tornar o percurso analítico compreensível.
Organizar resultados e explicitar limites.
Identificação das amostras, metadados e decisões analíticas devem acompanhar os resultados. O formato das entregas e os registros disponíveis são definidos conforme o escopo.
Limitações de amostragem, marcadores e referências precisam ser consideradas ao discutir as hipóteses. A colaboração não pressupõe autoria, publicação ou obtenção de um resultado específico.
Construir a discussão técnica em conjunto.
A MetaGen pode contribuir na avaliação do desenho, na definição da abordagem e no percurso entre processamento e interpretação, conforme o escopo acordado com os pesquisadores.
Para iniciar, compartilhe a hipótese, as amostras disponíveis ou previstas, os grupos de interesse e as análises pretendidas. A conversa ajuda a delimitar possibilidades e dependências.
Qual hipótese orienta o seu próximo estudo?
Conte o contexto do projeto, o ambiente e a pergunta que precisa responder. A conversa inicial ajuda a definir a abordagem e o escopo.
